domingo, março 23, 2008

O estágio crítico.

“Sguendo um etduso da Uvnidridase de Cmarbridge, não iprotma a odrem na que as ltreas etsão eriscats, a úicna csioa que iprotma é que a pmeriira e a útimla ltrea ejastem eriscats na pisçoão crotrea. O rseto pedom etsar tatonelmete mal e msemo aissm pedroá ser lido sem prebloams. Itso é prouqe não lmoes cdaa ltrea por se msema, mas sim a plaavra cmoo um tdoo.”

Cssurioo? E funciona independentemente da língua...

O estágio atual nos mercados pode parecer, em sua primeira leitura, tão confuso como a frase acima. Porem, não foge do padrão de instabilidade e volatilidade de crises anteriores.
Para os historiadores cada evento é único. Para os economistas, existe um padrão em eventos particulares, dos quais pode-se esperar e induzir respostas similares.
Lord Overstone, identificou cinco estágios de euforia antes de que aconteça uma crise financeira:


  1. Quietude,
  2. Melhoria,
  3. Confiança,
  4. Prosperidade,
  5. Emoção,
  6. Crash (Crise Financeira ou Convulsão),
  7. Estagnação,
  8. Final e... Volta à Quietude.
Você pode tentar identificar (no gráfico da Bovespa acima) os estágios pelos quais fomos atravessando e concluir em qual estágio nos encontramos atualmente.

Pode fazer o intento sem temor de cometer algum erro. A interpretação dos fatos vai depender do analise de cada investidor... Ou de cada político... Até mesmo de cada economista, ainda mais se pertencem a diferentes escolas.

Nota: A velocidade com que acontece uma crise é variável, desde seu inicio até sua finalização.

Definitivamente não estamos ante uma crise similar a Grande Depressão de 1929 (não por enquanto). Mesmo hoje, quase 80 anos depois, ainda existem diferentes teorias sobre o que causou a Grande Depressão. As duas principais são: 1. O Crash da Bolsa Americana; 2. Uma serie de erros sucessivos do FED daquela época que estrangulou a disponibilidade do crédito justo quando deveria ter feito o contrario.


Com tudo isto na sua mente, seria interessante começar olhar para frente. O mais longe que você puder... Tentar ganhar dinheiro no curto ou curtíssimo prazo pode ser uma opção, caso seja seu estilo.

Refletir e avaliar cuidadosamente onde e como investir o dinheiro que poupamos trabalhosamente tem que ser sempre a atitude do investidor.

  1. Quais são nossas opções?
  2. Será que dentro de sete meses o cenário não pode ser diferente? Talvez a ação conjunta do FED e do pacote de estimulo ao consumo nos Estados Unidos podem dar certo... No mínimo existe essa probabilidade.
  3. Quais são as opções dos investidores externos?
  4. Qual vai ser a duração desta crise?
Eu não sugiro para ninguém entrar agora no mercado (seja curto ou longo prazo) sem que este alguém esteja preparado para ver seu capital flutuar com intensidade.
Mas, se você esta construindo uma plantação (como eu estou), então você pode acumular ações de empresas (que você acredita tenham futuro) mesmo sabendo que durante o processo pode ser que as compras recentes não sejam lucrativas.

Esta semana temos apresentação do balanço de Ideiasnet (28/3). E temos apresentação do PIB Americano na quinta-feira...

Boa Semana, Bons Negócios!

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